Com o crescimento econômico do Brasil se tornou muito interessante estudar no exterior, que seja por parte do estudante, ou por parte da instituição de ensino estrangeira.
Ter um brasileiro em seu curso, principalmente na área de economia, administração e relações internacionais é um plus competitivo para as instituições de ensino estrangeiras, que, como diz na matéria abaixo, abrem escritórios e investem cada vez mais no público brasileiro.
O momento de se lançar no exterior é agora! Porém, observem que com a economia mundial em crise e com o grande desenvolvimento de nossa economia a busca por emprego talvés não esteja no exterior, mas sim dentro do nosso próprio país…
Abaixo veja a matéria do Estadão de SP sobre o interesse dos brasileiros pelos EUA.
Interesse de brasileiros pelos EUA cresce em 2011
Candidaturas aumentam 14% e colocam o Brasil atrás apenas da China e do México em ranking
As candidaturas de estudantes brasileiros que pretendem fazer pós-graduação em universidades dos Estados Unidos dispararam em 2011, de acordo com levantamento do Council of Graduate School publicado na semana passada. Com um crescimento de 14% nas inscrições, o Brasil está atrás apenas da China (18%) e do México (17%) no ranking da entidade.
Na média, houve um aumento de 9% no total de estudantes se candidatando para fazer mestrado ou doutorado nos Estados Unidos. Este é o sétimo ano seguido de elevação global, depois de uma queda acentuada nos anos de 2003 a 2005. “O Brasil e o México se transformaram em alguns dos principais países no envio de estudantes para as universidades americanas”, segundo Nathan Bell, responsável pela pesquisa. “Por isso, decidimos acompanhá-los de perto.”
O Council of Graduate Schools não sabe dizer se a elevação nas candidaturas de brasileiros se deveu à valorização do real em relação ao dólar ou ao crescimento econômico do País.
De olho nesse mercado, algumas universidades americanas, como a Columbia, de Nova York, abriram escritórios no Brasil e tentarão cada vez mais atrair estudantes. Em cursos como Relações Internacionais e MBAs, a presença de brasileiros na classe é considerada fundamental devido ao fortalecimento do País no cenário internacional.
Quando aceitos, os estudantes de doutorado costumam receber bolsas das próprias universidades, no caso de instituições como Yale e Princeton. O custo da anuidade ultrapassa os US$ 40 mil em MBAs como o de Chicago ou Stanford.
Exatas. Segundo o levantamento, a maior parte dos estudantes estrangeiros ainda prefere as ciências exatas, biológicas e os MBAs quando se candidatam para estudar nos EUA. Apenas um quarto deles tem interesse nas ciências humanas, diz o estudo do Council of Graduate Schools.
Atualmente, há 8.777 brasileiros estudando nos Estados Unidos, tanto na graduação como na pós-graduação, segundo informações do relatório do Instituto Internacional de Educação.
Graduação. Há dez anos, o Brasil tinha mais estudantes em instituições de ensino americanas do que hoje. Caso, porém, a maior parte dos que se candidataram no ano passado seja aceita, o País quebrará um recorde.
Os brasileiros estão na 14.ª colocação no envio de estudantes ao país. O total é 15 vezes menor do que o da China. Mesmo a Índia tem 12 vezes mais estudantes nas universidades americanas do que o Brasil.
A maior parte dos estudantes brasileiros faz graduação nos Estados Unidos (46%). “Parecia impossível passar, mas esse é o meu sonho”, afirma Tábata Amaral de Pontes, de 18 anos, aluna que estudou parte da vida na rede pública de ensino e passou em seis instituições americanas: Harvard, Caltech, Columbia, Princeton, Yale e Pennsylvania.
Ela não esconde a preferência por Harvard, mas afirma que ainda deverá conhecer as outras universidades para escolher onde passará seus próximos anos de estudo.
| Fonte: Estado de São Paulo – 09/04/2012 |
Ana Elena - Uma janela para o mundo
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